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Por dentro do agachamento

Nos últimos posts, você, que está exercitando-se em casa por conta da pandemia, encontra algumas dicas de como deixar a flexão de braço e o abdominal mais eficientes. Agora, o papo é sobre agachamento, que ao lado desses outros dois, forma o trio de exercícios práticos e bons para se fazer em qualquer lugar que você esteja. Darllon Cabral, professor da academia Les Cinq Gym, selecionou algumas dicas e curiosidades sobre esse ótimo exercício para trabalhar pernas e bumbum. A primeira coisa que você precisa ter em mente é que a perfeita execução do agachamento, qualquer que seja ele, depende da mobilidade de quadril e tornozelo. Ou seja, a maneira como se faz esse exercício – e se a execução pede adaptações – varia de acordo com a condição física de cada um. Portanto, para você ter certeza de como fazer o agachamento de forma segura, peça uma avaliação para o professor que o acompanha na academia, assim que possível. Por hora, se tem dúvida nesse sentido, não complique muito, procurando fazer da maneira mais fácil: sem sobrecarga e utilizando um apoio para mãos, como um cabo de vassoura. Se sentir confortável, faça sem o apoio. Cargas só entram na jogada quando você estiver dominando a execução perfeita do movimento. Agora, pensando na saúde dos joelhos, é importante que eles acompanhem a linha da ponta dos pés na descida. No sumô, por exemplo, quando os pés ficam voltados mais para fora, os joelhos devem seguir essa direção, minimizando, assim, o riso de lesões. E, definitivamente, esqueça a ideia de que os joelhos jamais devem ultrapassar a linha das pontas dos pés durante a descida, como se pregava antigamente. Se o seu fêmur (osso da coxa) é maior que a sua tíbia (osso da canela), é natural que o joelho ultrapasse a linha das ponta dos pés, sem que isso signifique risco de lesão.

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